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Investir na formação de Professores

Escrito por David Azevedo ligado . Publicado em EnsinoBlogue

Investir na formação de Professores em tempo de crise

Investir na formação de Professores em tempo de crise? Nunca! É o que afirma a Ministra da Educação, estranhamente porque como Ministra da Educação devia esforçar-se para ter as verbas necessárias para a formação. Em 2010/2011 o acordo ortográfico entra em vigor nas escolas portuguesas, mas este acordo ortográfico não é tão simples como parece (ligação para as novas regras) vamos ter um arranque escolar óptimo no próximo ano lectivo  ou um arranque escolar ótimo no próximo ano letivo? Pessoalmente gostava de ter formação nesta matéria nem que fossem um par de horas.

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Mudanças nas Áreas Curriculares não Disciplinares

Escrito por David Azevedo ligado . Publicado em EnsinoBlogue

Mudança curricular no 3.º ciclo

Está a ser preparada uma revisão curricular para o 3.ciclo do Ensino Básico. As mudanças vão ser poucas para já, mas adianto que as Áreas Curriculares não Disciplinares vão ser diminuídas, talvez só sobreviva a Educação para a Cidadania. A Matemática também parece que vai ser reforçada em conteúdos e em horas semanais.

Está aqui um pequeno excerto da entrevista com a ministra Isabel Alçada.

"Em Dezembro, a ministra anunciou a intenção de introduzir "um novo currículo" para os 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade: menos disciplinas, a mesma carga horária (36 horas semanais). Hoje, os alunos têm 14 cadeiras, sem contar com Educação Moral e Religiosa, que é opcional. "Haverá menos dispersão", definiu. Agora, diz: "Nos tempos curriculares por disciplina não vamos mexer. Vamos pensar nas áreas não-curriculares, embora seja importante manter Educação para a Cidadania." E acrescenta: "Não se pode cortar disciplinas, nem fazer áreas multidisciplinares. É importante que as aprendizagens se façam com clareza.""

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ME vai transpor acordo de carreira para lei

Escrito por David Azevedo ligado . Publicado em EnsinoBlogue

Ministério da Educação cumpre acordo com Sindicatos de Professores do Ensino Básico.

Num encontro com a FNE, o Ministério da Educação comprometeu-se a deferir para diplomas legais as disposições do acordo de princípios assinado com os sindicatos em Janeiro.

O Governo entrega quarta-feira aos sindicatos uma nova versão do projecto de alteração ao Estatuto da Carreira Docente (ECD), mas não se comprometeu a traduzir nesse diploma três aspectos acordados em Janeiro, segundo a Fenprof.

  1. A versão do projecto de alteração enviada no dia 12 aos sindicatos não estipulava a compensação anual de 0,5 pontos à classificação dos professores avaliados com “Bom” quando não progridam para o 5.º ou 7.º escalões por falta de vaga em determinado ano.
  2. O texto também não garantia as percentagens mínimas de vagas anuais para acesso àqueles dois escalões, que, segundo o acordo assinado na madrugada de 8 de Janeiro, são de 50 por cento e de 33 por cento dos candidatos, respectivamente.
  3. O terceiro aspecto prende-se com o acesso àqueles dois escalões. O texto do acordo indica que os professores classificados com “Muito Bom” e “Excelente” progridem automaticamente, mesmo sem vaga.


"Tivemos a garantia de que todas as disposições que estão contidas no acordo vão estar vertidas quer no Estatuto da Carreira Docente quer em diplomas legais complementares, como estava previsto", afirmou a dirigente da FNE Lucinda Manuela, após mais uma reunião no Ministério da Educação, em Lisboa.

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DN 6/2010

Escrito por David Azevedo ligado . Publicado em EnsinoBlogue

Quatro referências à Língua não materna no novo Decreto Normativo da Avaliação 6/2010


A escolaridade obrigatória foi alargada até aos 18 anos. Foi necessário adaptar os prazos legais para esta nova realidade.

Para compreender o Decreto Normativo da Avaliação escolhi observar as referências acerca da avaliação dos alunos com Língua Portuguesa não materna. Depois do levantamento encontro quatro referências a esta modalidade da Língua Portuguesa. Comparando com o anterior diploma este não traz nadinha de novo excepto o alargamento etário. Para os eventuais interessados apresento as seguintes referências.

41 — A avaliação sumativa externa é da responsabilidade dos serviços centrais do Ministério da Educação e compreende a realização de exames nacionais no 9.º ano, os quais incidem sobre as aprendizagens e competências do 3.º ciclo, nas áreas curriculares de:
a) Língua Portuguesa e Matemática;
b) Português Língua Não Materna e Matemática, para os alunos que se encontram abrangidos pelo Despacho Normativo n.º 7/2006,de 6 de Fevereiro, nos níveis de proficiência linguística de iniciação ou intermédio.

43.2 — Os alunos referidos nas alíneas a) e b) do n.º 43.1 realizam, obrigatoriamente, os exames nacionais de Língua Portuguesa ou Português Língua Não Materna, consoante o seu enquadramento legal, e de Matemática, no caso de pretenderem prosseguir estudos de nível secundário em cursos científico -humanísticos.

51 — As normas e os procedimentos relativos à realização dos exames nacionais de Língua Portuguesa, Português Língua Não Materna e de Matemática, do 3.º ciclo do ensino básico, são objecto de regulamento a aprovar pelo Ministério da Educação.

82 — O disposto no número anterior não impede que os alunos que tenham atingido a idade limite da escolaridade obrigatória, sem aprovação na avaliação final do 3.º ciclo, ou sem completarem o 9.º ano de escolaridade, se candidatem à obtenção do diploma de ensino básico, mediante a realização de exames nacionais de Língua Portuguesa,Português Língua Não Materna e de Matemática, e de exames de equivalência à frequência nas restantes disciplinas.»

Pode consultar o texto completo aqui.

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Autonomia das Escolas Públicas em Portugal

Escrito por David Azevedo ligado . Publicado em EnsinoBlogue

Autonomia das Escolas Públicas

Conheça um pouco da história da autonomia da Escola Pública em Portugal. Como chegamos à actual situação? Quais são os passos para a construção da autonomia das escolas? Deixo algumas perspectivas sobre o recrutamento e gestão dos recursos humanos, que pode encontrar no documento que está disponível para consulta.

"O recrutamento de professores e outros recursos humanos pela escola é, obviamente, uma área essencial para a autonomia da escola – aqueles representam os profissionais mais importantes numa escola, visto que concretizam o núcleo do projecto educativo de escola.
•Até ao momento, todos os professores são colocados centralmente, mediante um sistema burocrático de competição nacional,
•com pouco ou nenhum impacto das escolas e sem absolutamente qualquer relação com as necessidades específicas da escola ou do seu projecto. Este constitui um enorme obstáculo à autonomia das escolas."

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