Masters of Fair Play

As escolas devem começar a organizar actividades escolares que mostrem às crianças as formas de liderança positiva.

Este artigo mostra que devemos usar programas escolares  que são chamados de "Masters of Fair Play" que se definem como trabalhos para a consciencialização das boas práticas de liderança positiva, em vez das actuais lideranças negativas, como revela um estudo patrocinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) estudantes que usam armas sentem-se mais seguros e nunca têm medo. Este estudo analisa os comportamentos dos jovens em idade escolar em Portugal e foi hoje divulgado na edição Diário de Notícias.

De acordo com o estudo, patrocinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no universo de 134 escolas analisadas, 80% têm problemas relacionados com violência entre alunos. Foram analisados 11 008 alunos, dos 6º, 8º e 10º anos, que se dividiram em três grupos:

  • os que não se envolvem em violência (73,8%),

  • os violentos que não recorrem a armas (20,9%)

  • aqueles que usam armas quando são violentos (5,4%).

Apenas os que usam armas referem que nunca se sentem irritados, tristes, deprimidos ou com medo, enquanto os outros dois grupos dizem sentir estas emoções quase todo os dias. Para Margarida Gaspar de Matos, coordenadora do estudo, “isto mostra que as armas dão uma sensação de segurança”. Mas sublinha que a maioria dos alunos não é violenta.

Ainda na mesma edição D.N. lê-se que "Na escola E B 2, 3 de Vialonga, é comum professores, alunos e famílias sentarem-se à mesa para um almoço de turma. Para aproximar os pais da escola, responsabilizando-os pelo sucesso dos filhos, foi ainda criado o gabinete de apoio onde são acompanhados problemas sociais. Já que este tipo de problemáticas se reflecte no aumento de violência nas escolas, indica um estudo patrocinado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

"Para prevenir estes fenómenos, o agrupamento da Vialonga criou ainda três orquestras, em que 160 alunos aprendem a tocar e a projectar o futuro. Estas são algumas estratégias de prevenção da violência e do abandono escolar, implementadas nesta escola designada como território educativo de intervenção prioritária (TEIP) em 1996. Os resultados, afirmou ao DN a directora da escola, Arminda Fonseca, traduzem-se na melhoria do sucesso escolar e dos comportamentos dos alunos

Notícia DO D.N. aqui